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Curso fortalece diálogo e promove resolução consensual de conflitos no TCE-PEcurso

O Núcleo de Consensualismo (NCO) e a Escola de Contas promoveram, na segunda quinzena de julho, o curso “Mediação de Conflitos”, ministrado pela procuradora de Justiça Nelma Quaiotti, coordenadora do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (NUPIA) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

A atividade reuniu servidores da Corregedoria, Ouvidoria e Diretoria de Gestão Administrativa, contemplando representantes de diferentes departamentos do TCE-PE, entre eles: Gestão de Pessoas, Contabilidade e Finanças, Tecnologia da Informação, e de Infraestrutura Predial, Contratações, Bens e Serviços.

A capacitação buscou fortalecer práticas de diálogo, cooperação e resolução consensual de conflitos no ambiente institucional, contribuindo para relações de trabalho mais colaborativas.

A iniciativa integra os esforços da instituição para consolidar uma cultura dialógica e autocompositiva, estimulando soluções construídas de forma colaborativa e alinhadas aos princípios da eficiência, da transparência e da boa governança.

Nelma Quaiotti destacou que “ao longo desses dias, tivemos a oportunidade de refletir sobre a mediação não apenas como um método de solução consensual de conflitos, mas como uma ferramenta de fortalecimento do diálogo, da cooperação e da construção de soluções mais eficientes e sustentáveis para a Administração Pública.

Segundo ela, a qualidade das discussões demonstrou o interesse dos participantes em desenvolver novas competências e incorporar práticas consensuais em sua atuação profissional e destacou a relevância da cultura do diálogo e da autocomposição para uma atuação capaz de gerar soluções mais efetivas para a sociedade.

Para o diretor-geral executivo do TCE-PE, Antônio Cabral, o treinamento foi um marco relevante para o aprimoramento das práticas administrativas e institucionais do Tribunal. “A formação permitiu o desenvolvimento de competências em comunicação, escuta ativa e negociação, fundamentais para a construção de uma cultura organizacional pautada pelo diálogo, assertividade e respeito mútuo, capaz de prevenir desgastes desnecessários, alinhar expectativas de forma construtiva e elevar a produtividade no ambiente de trabalho”, disse.

“Além do ambiente interno, a adoção dessas técnicas também pode se refletir positivamente no relacionamento da instituição com seus fornecedores e parceiros externos”, conclui Cabral.

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